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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Alice que não foi ao país das maravilhas

            Dentre tantos textos que foram apresentados em sala de aula através dos grupos o que mais me chamou a atenção foi o texto Alice que não foi ao país das maravilha da professora Marly Amarilha, o qual nos traz relatos de uma pesquisa  feita em escolas publica no estado do Rio Grande do Norte, para saber a situação da relação dos alunos com os textos literários. O resultado foi surpreendente muitos dos alunos sente curiosidade na leitura dos textos literários, porém não são estimulados a fazerem a leitura de tais textos.
 A leitura das obras literárias nos faz entrar em um mundo ficcional que pode ter traços da realidade de nossas vidas ou não, mexe com a nossa imaginação, todavia, devemos separar realidade do imaginário. Não foi o que aconteceu com a nossa Alice dos texto exposto. Ela é uma alusão da Alice no pais das maravilhas, que ao contrario desta não conheceu os encantamentos do mundo da leitura. Uma pergunta foi feita a Alice: você prefere personagens rico ou pobre? Ela respondeu que preferia personagem pobre por que ela era pobre e se o personagem fosse rico ela iria querer possuir as coisas e a sua mãe não poderia lhe dar aquilo que ela desejasse. Observa o equívoco da menina que não compreende a diferença entre realidade e ficção. No mundo da ficção adotamos uma identidade diferente da nossa,mas é necessário separar realidade, ficção e imaginação.
Na ficção o leitor vivencia os sentimentos dos personagens que pode ser parecida com sua realidade  ou não, porém essa é uma situação com tempo e espaço determinados e sua substância imaginária está limitadopelo perfil do personagem e pelo contexto ficcional proposto pelo texto. A menina demonstra frustações impedindo da mesma reaproximar do texto e descobrir o mundo fantástico da leitura.
AMARILHA, Marly. Alice que não foi ao país das maravilhas: a leitura críca na sala de     aula. Petrópolis: Vozes, 2006.
Postado por Liziane Patricia da silva


Comentário sobre o texto: Articulação do texto com a Ilustração

Todos os textos que tivemos acesso na disciplina Teoria e Prática da Literatura I, foram muito importantes para o meu aprendizado. Mas aqui vou deixar meu comentário sobre um em especial: O texto “Articulação do Texto com a Ilustração”, pois despertou minha atenção e levou-me a refletir, pois a partir daí cada vez que eu olhava um livro era inevitável não querer analisar a relação da história do mesmo com as suas imagens. Com esse texto, percebi que o texto e a imagem quando bem articulados, se completam de forma que leva o leitor a uma melhor compreensão do que está lendo.     A ilustração estabelece uma relação semântica com o texto, uma relação de coerência, pois articula dois sistemas semióticos: as linguagens verbal e visual. A imagem dá vida ao imaginário da narrativa, mas ela precisa da palavra para se fazer entender ou justificar sua importância sobre determinado assunto. A ilustração, deve instituir-se como um precioso auxiliar na captação de sentidos implícita ou explicitamente veiculados pelo texto escrito, iluminando-o, enriquecendo-o, estabelecendo com ele uma inter-relação dialogal que facilite a instauração de uma atmosfera de verdadeira pregnância significativa. As obras devem apresentar subsídios para que a criança venha conhecer os seres, objetos, ambientes com os quais irá interagir durante sua vida e a imagem permite ao livro estabelecer essas relações com a criança, formando assim um elo entre a comunicação e o leitor. Assim sendo, é por meio destas imagens oralizadas e a partir da criação de uma cena, que é possível inventar diversas possibilidades de narrativas. Quando se pensa em leitura, imediatamente reflete-se na leitura de palavra, porém diariamente é necessário, cada vez mais, a leitura de imagens. A leitura de imagens é, naturalmente, uma das primeiras manifestadas na criança, pois a imagem é uma representação semiconcreta, mais direta que o código verbal escrito, que se apresenta de forma abstrata, essa representação visual na Literatura Infantil tem como abordagem uma fértil interpretação imagética, aparecendo carregada de significados dentro do contexto sociocultural instigando a criança a desenvolver a sua linguagem, pensamento e criatividade.
Referência: FARIA, Maria Alice. Articulação do texto com a ilustração. In: Como usar a literatura infantil na sala de aula – São Paulo: Contexto, 2004.
Por Paula Railana de Oliveira Costa

SERÁ QUE UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS?


Acredito que na leitura de literatura, isto deixa a desejar. Vou tentar explicar por que. De acordo com Jauss “a leitura de literatura é uma atividade produtora, receptiva e comunicativa entre si” (JAUSS, 1979, p. 43). Tendo essas características, ao fazermos a leitura de um texto literário, somos participamos dele, damos formas aos objetos através do imaginário. Sendo assim, somos participantes ativos no processo de construção do texto, até por que muitas vezes nos projetamos nos personagens apresentados nas histórias.
Quando o livro apresenta muitas imagens, nos perdemos no encantamento delas e de certa forma a nossa imaginação fica esquecida, não projetamos através do imaginário, ambientes, objetos entre outros, pelo fato de existir as imagens apresentadas no livro. A sensação que tenho, é que não faço parte do processo de produção do texto.
Convém esclarecer que não sou contra as imagens existentes em alguns livros, inclusive os de literatura infantil. Principalmente na fase em que a criança ainda não tem familiaridade com a leitura. Contudo, é importante que as nossas crianças ainda que não alfabetizadas silabicamente, possam ter contato com o texto escrito e através da nossa mediação, possam entrar no jogo simbólico, através do faz de conta, de imaginarem a história, a partir do conhecimento de mundo que elas têm.
Infelizmente, muitos professores ao escolherem livros de literatura, preferem os que contem muitas imagens, acontecimento que ocupa o primeiro lugar como critério pedagógico. Isto se justifica pelo fato de muitas crianças ainda não terem o domínio da leitura. Mas, se as crianças, que estão na escola, que precisam entrar em contato com os signos linguístico tiverem acesso somente as imagens, que tipo de leitor estaremos construindo? Leitores apenas de imagens, ou de imagens e signos linguísticos? Espero que nós enquanto futuros pedagogos, tenhamos a compreensão e a sensibilidade de que a literatura é uma arte, e que nossas crianças, e também adolescentes, jovens e adultos precisam descobrir ou redescobrir a importância da leitura da literatura no desenvolvimento ou construção de seres humanos, mais humanos.

Renata Gomes Marques da Silva Souza
Referências:
AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas? Literatura infantil e prática pedagógica. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.



Comentário do texto: Do hábito de Ler à leitura como significado: qual a diferença?

Pela discente: Semidia Lopes de Oliveira Teixeira

O texto que escolhi para comentar aborda uma questão muito preocupante no meio escolar que seria a aversão de muitos jovens em relação a leitura.Para a discussão a autora vai apresentar duas concepções de análise, a primeira seria a psicologia do associacionismo a qual menciona a importância de se criar o hábito de leitura nos jovens, porém independentemente se essa leitura trará prazer ou significado, já a segunda refere-se a sociopsicolinguística que considera a leitura como uma atividade mental complexa que exige sim um processo de significação que envolve a memória , atenção ,imaginação e representação.
Partindo desse breve resumo do texto podem-se extrair algumas reflexões que recaem para a função do educador e de como este enxerga a finalidade da formação de seus educandos, o educador ao levar o objeto livro para a sala de aula deve antes propor estratégias e montar bom planejamento de aula tentando ao máximo aproximar a realidade cultural de seus alunos com a leitura que se queira trabalhar em sala de aula, para que assim ocorra uma interação texto-leitor e os alunos comecem a praticar o gosto pela literatura. Nesse sentido pode-se observar que o educador que não estar estimulando o prazer em ler aos seus alunos esta perpetuando que a finalidade do seu trabalho é levar os alunos a um leitor passivo que apenas reproduz, ou o que infelizmente acontece é empurrar vários livros aos educandos sem nem o mínimo de orientação, pensando que assim se conquistará um leitor, mas aquele profissional que consegue despertar o encantamento que a leitura propicia estará moldando um aluno ativo, questionador e crítico. Por fim a leitura desse e outros textos são de muita importância para nós que ainda estamos na formação inicial, pois são levantadas reflexões, como as que foram aqui expostas, que podem gerar ações efetivas no processo de ensino e aprendizagem. Espero ainda contar com outras opiniões dos colegas de sala de aula, para que aconteçam os intercâmbios de idéias a cerca do assunto.
 Referência:   
ARAÚJO. M.D. Do hábito de ler à leitura como significado: qual a diferença?IN: AMARILHA, M.(org.) Anais do 1° Seminário Educação e Leitura. Natal/UFRN.

Comentário do texto: Do hábito de Ler à leitura como significado: qual a diferença?


Pela discente: Semidia Lopes de Oliveira Teixeira
 

O texto que escolhi para comentar aborda uma questão muito preocupante no meio escolar que seria a aversão de muitos jovens em relação a leitura.Para a discussão a autora vai apresentar duas concepções de análise, a primeira seria a psicologia do associacionismo a qual menciona a importância de se criar o hábito de leitura nos jovens, porém independentemente se essa leitura trará prazer ou significado, já a segunda refere-se a sociopsicolinguística que considera a leitura como uma atividade mental complexa que exige sim um processo de significação que envolve a memória , atenção ,imaginação e representação.
Partindo desse breve resumo do texto podem-se extrair algumas reflexões que recaem para a função do educador e de como este enxerga a finalidade da formação de seus educandos, o educador ao levar o objeto livro para a sala de aula deve antes propor estratégias e montar bom planejamento de aula tentando ao máximo aproximar a realidade cultural de seus alunos com a leitura que se queira trabalhar em sala de aula, para que assim ocorra uma interação texto-leitor e os alunos comecem a praticar o gosto pela literatura. Nesse sentido pode-se observar que o educador que não estar estimulando o prazer em ler aos seus alunos esta perpetuando que a finalidade do seu trabalho é levar os alunos a um leitor passivo que apenas reproduz, ou o que infelizmente acontece é empurrar vários livros aos educandos sem nem o mínimo de orientação, pensando que assim se conquistará um leitor, mas aquele profissional que consegue despertar o encantamento que a leitura propicia estará moldando um aluno ativo, questionador e crítico. Por fim a leitura desse e outros textos são de muita importância para nós que ainda estamos na formação inicial, pois são levantadas reflexões, como as que foram aqui expostas, que podem gerar ações efetivas no processo de ensino e aprendizagem. Espero ainda contar com outras opiniões dos colegas de sala de aula, para que aconteçam os intercâmbios de idéias a cerca do assunto.

Referência: 
 ARAÚJO. M.D. Do hábito de ler à leitura como significado: qual a diferença?IN: AMARILHA, M.(org.) Anais do 1° Seminário Educação e Leitura. Natal/UFRN

Comentário do texto: Do hábito de Ler à leitura como significado: qual a diferença?

Pela discente: Semidia Lopes de Oliveira Teixeira.




O texto que escolhi para comentar aborda uma questão muito preocupante no meio escolar que seria a aversão de muitos jovens em relação a leitura.Para a discussão a autora vai apresentar duas concepções de análise, a primeira seria a psicologia do associacionismo a qual menciona a importância de se criar o hábito de leitura nos jovens, porém independentemente se essa leitura trará prazer ou significado, já a segunda refere-se a sociopsicolinguística que considera a leitura como uma atividade mental complexa que exige sim um processo de significação que envolve a memória , atenção ,imaginação e representação.
Partindo desse breve resumo do texto podem-se extrair algumas reflexões que recaem para a função do educador e de como este enxerga a finalidade da formação de seus educandos, o educador ao levar o objeto livro para a sala de aula deve antes propor estratégias e montar bom planejamento de aula tentando ao máximo aproximar a realidade cultural de seus alunos com a leitura que se queira trabalhar em sala de aula, para que assim ocorra uma interação texto-leitor e os alunos comecem a praticar o gosto pela literatura. Nesse sentido pode-se observar que o educador que não estar estimulando o prazer em ler aos seus alunos esta perpetuando que a finalidade do seu trabalho é levar os alunos a um leitor passivo que apenas reproduz, ou o que infelizmente acontece é empurrar vários livros aos educandos sem nem o mínimo de orientação, pensando que assim se conquistará um leitor, mas aquele profissional que consegue despertar o encantamento que a leitura propicia estará moldando um aluno ativo, questionador e crítico. Por fim a leitura desse e outros textos são de muita importância para nós que ainda estamos na formação inicial, pois são levantadas reflexões, como as que foram aqui expostas, que podem gerar ações efetivas no processo de ensino e aprendizagem. Espero ainda contar com outras opiniões dos colegas de sala de aula, para que aconteçam os intercâmbios de idéias a cerca do assunto.

Referência:
ARAÚJO. M.D. Do hábito de ler à leitura como significado: qual a diferença?IN: AMARILHA, M.(org.) Anais do 1° Seminário Educação e Leitura. Natal/UFRN.





       

Comentário do texto: Silêncio: A hora da narrativa na escola


O texto apresenta uma pesquisa relizada pela profª Amarilha, em escolas da rede pública de Natal, esta se deu com 80 professores, nela constatou-se que apenas 25% dos entrevistados afirmaram trabalhar com seus alunos à prática da literatura em sua sala de aula, porém 100% destes, afirmaram que nas raras vezes que trabalharam com literatura, os alunos demonstraram grande interesse,  e que a literatura era trabalhada em suas salas de aula com a finalidade de acalmar os alunos quando estavam muito inquietos.
Para que haja prazer no momento da narrativa literária em sala de aula, é preciso haver assiduidade por parte do professor nesse processo e que o mesmo seja progressivo e contínuo, afim de despertar nos educandos o gosto pela literatura, esta importante ferramenta da linguagem. “Ao narrar oralmente o professor está fornecendo à criança a possibilidade de ampliar sua capacidade de antecipação sobre as estratégias da linguagem literária e da construção do sentido.” ( AMARILHA, 2009 pag.21)
A prática social da leitura na forma de narrativa literária em sala de aula constitui-se em um imprescindível recurso, que o professor pode utilizar com seus alunos, sempre que possível. Dentre os inúmeros benefícios, que esta pode proporcionar ao educando, detacamos: o acesso á prática social da leitura, o conhecimento de novas palavras, como também não poderia deixar de citar as fascinantes viajens ao imaginário e fantástico que fazemos enquanto nos deleitamos nos textos literários, tendo em vista que todos nós de alguma forma nos identificamos com algum personagem da literatura independente do tempo e espaço a qual foi produzida.

Por: Elisandra Oliveira da Fonseca Fernandes.